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22 de Outubro de 2019

Bebê terá documento sem identificação de sexo para 'decidir gênero quando crescer'

Carlos Eduardo Sobral Nogueira, Advogado
há 2 anos

Beb ter documento sem identificao de sexo para decidir gnero quando crescer

Um bebê canadense de oito meses é provavelmente o primeiro caso no mundo de um recém-nascido com um documento oficial em que seu gênero não é identificado.

O cartão de saúde da criança, batizada como Searyl Atli, foi emitido pelo governo da Província de Colúmbia Britânica com a letra U no espaço reservado para "sexo", o que pode ser interpretado em inglês como undetermined (indeterminado) ou unassigned (não atribuído).

Esse fato -que parece ser inédito no mundo, segundo a imprensa canadense- era uma demanda de Kori Doty, que é pai/mãe de Searyl.

Kori é transgênero, se identifica como uma pessoa "não binária" -classificação usada por pessoas que não se consideram homem ou mulher- e deseja que o filho descubra por conta própria seu gênero quando for mais velho.

Kori tenta omitir o gênero da criança também da certidão de nascimento. Isso é negado pelas autoridades até o momento. Atualmente, as certidões de nascimento de Colúmbia Britânica só permitem que sejam designados os gêneros "masculino" e "feminino".

Por isso, Kori move uma ação contra a Agência de Estatísticas Vitais Colúmbia Britânica, órgão responsável pela emissão de registros civis. Em meio a essa disputa, no entanto, o cartão de saúde da criança foi enviado no mês passado pelo governo da Província sem a identificação de gênero.

A advogada da família, Barbara Findlay, que prefere escrever seu nome sem maiúsculas, disse ao site Global News que "a designação de gênero nesta cultura é feita quando um (a) médico (a) abre as pernas e olha para os genitais de um bebê". "Mas nós sabemos que a identidade de gênero do bebê só será desenvolvida alguns anos após o nascimento."

'Inspeção visual'

Searyl nasceu em novembro passado na casa de um amigo de Kori, justamente para a criança não ter seu gênero determinado por um médico após o parto.

Kori argumenta que essa inspeção visual na hora do nascimento não é capaz de determinar o gênero de alguém e que uma pessoa não necessariamente se identificará ao longo da vida com o gênero que foi atribuído a ela neste momento -como foi o seu caso, que era considerada uma mulher.

"Quando nasci, médicos olharam para meus genitais e fizeram suposições sobre quem eu seria, e essas suposições me perseguiram ao longo da vida. Essas suposições estavam erradas, e eu acabei tendo que fazer vários ajustes desde então. Não quero fazer o mesmo agora."

Kori se refere à criança por "they", pronome em inglês para se referir a pessoas e objetos no plural e que não tem gênero -pode ser traduzido tanto como "eles" ou "elas" em português.

"Estou criando Searyl de modo que até que tenha senso de si e capacidade de vocabulário para me dizer quem é, tento dar todo o amor e apoio para que seja a pessoa mais inteira que puder fora das restrições que vêm com o rótulo menino ou o rótulo menina", disse à rede de TV CBC News.

Kori trabalha com educação comunitária e integra a Coalizão de Identidade sem Gênero, ONG que defende que a categoria "sexo" seja retirada de todos o documentos oficiais dos cidadãos.

Argumenta que quem não se identifica com o gênero oficial enfrenta vários problemas ao tentar mudar seus documentos mais tarde na vida.

Kori é uma das oito pessoas envolvidas em uma ação levada ao Tribunal de Direitos Humanos de Colúmbia Britânica que pede a omissão do gênero em documentos emitidos em todo o Canadá.

Debate

Atualmente, o tema já é alvo de debate em outras Províncias do país, como Ontário e Alberta, onde estão sendo revistas políticas para incluir uma terceira possibilidade, uma opção de gênero não binário, em documentos oficiais.

Kori não considera a criação de uma terceira opção a solução ideal, mas avalia como uma saída viável para o problema.

Segundo a advogada Findlay, um argumento recorrente contra a omissão do gênero em documentos é que isso é necessário para gerar estatísticas sobre a população. Ela diz que a omissão não implica que esse dados não serão coletados, mas sim que isso será feito anonimamente e sem ligação com a identidade de uma pessoa.

"Nossa cultura é obcecada em saber se (um bebê) é menino ou menina, mas não cabe ao governo certificar essa informação sem saber se isso é verdade", disse Findlay.

Fonte: http://trib.al/EgZIBY2

266 Comentários

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"Mas nós sabemos que a identidade de gênero do bebê só será desenvolvida alguns anos após o nascimento." Meu Deus, como isso pode parecer tão obvio para essa pessoa...! E a mãe só podia mesmo ser uma transsexual para buscar na justiça algo tão esdruxulo. A imensa maioria da população está muito bem com o seu sexo biologico e uma minoria não pode tentar acabar com isso. Pessoas com disforia de gênero, apenas parem de ser tão loucas...! continuar lendo

Concordo com você. Ridícula a inversão de valores e essa história de "direito das minorias" é uma falácia. As minorias possuem seus direitos reservados unicamente porque a maioria assim permitiu democraticamente e não por imposição como muitos querem. continuar lendo

Recoemndo a leitura deste artigo sobre o tema
http://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/canada-surtado-nao-definir-genero-para-bebes-para-ampliar-escolhasebizarrice/

Tudo isso acontece por conta de uma agenda progressista comunista.
Não tem nada de lindo nisso.
Antigamente tais pessoas eram tratadas com tarja preta agora são modelos para toda a sociedade. continuar lendo

Em termos médicos, numa emergência, fica simples de resolver esse mimimi:

Só colocar na certidão ou identidade: Tem próstata ou Não tem próstata.

Os médicos num caso de extrema gravidade e para agir rápido, isso é fundamental numa emergência médica, dependendo do caso.

Que galera CHATA essa minoria esquerdista. continuar lendo

David Vasconcelos, como pai, avô e em breve já bisavô, se um dos meus se descobrisse problemas nesse sentido, ao atingir uma determinada idade, aceitaria numa boa a alteração nos documentos, relacionado a tendência sexual e ao nome. A lei já nos facilita isso. Agora essa "aberração Canadense" realmente é inaceitável. Como você bem citou: "...uma minoria não pode..." PS: Parece-me que por aqui (Congresso) já tem um PL sobre isso, por iniciativa da "Martacha". continuar lendo

Nobres colegas, graças ao bom Deus, este fato não ocorreu no Brasil, nada contra a opção sexual escolhida por alguns. Pois, bem. Ideias deste tipo e/ou procedimentos adotados ora narrados no texto é que instigam o preconceito ou até mesmo aversão de alguns contra esta comunidade. Estou observando a um bom tempo que estão tentando empurrar de garganta abaixo uma tendência, modismo e opção aos demais (maioria) a força, provocando assim, reações de diversos tipos, este não é o caminho correto para a comunidade vaga-lume conquistar o respeito e a aceitação dos demais. Acredito que estão tentando criar um sistema ditatorial do homossexualismo em face da sociedade, assim não dá. Ora, se vivemos em país que adota o principio dos direitos iguais entre os cidadãos, o cidadão tem o pleno direito legal de não querer aceitar tendências homossexuais aplicadas em seu cotidiano de forma imperativa, como também, não se pode tolher os direitos dos homossexuais. Não cabe ao Estado Democrático de direito regular a opinião, a crença e a vontade do cidadão. Só existem dois sexos no mundo pela lei natural, agora, o que decorre depois disso é outra história. Acredito que o frio excessivo anda congelando o cérebro das autoridades Canadense. No documento deve constar o sexo, masculino e feminino, a opção escolhida no futuro por livre e espontânea vontade é outra história. Vejo que a atitude adotada pelas autoridades Canadense viola os direitos naturais e legais de escolha da criança. Mesmo sendo filho de casais homoafetivos, isto por si só, não se traduz que o filho faça a mesma opção dos seus genitores. Este sistema não é o caminho correto, espero que no Brasil não tente adotar este modismo, vai causar conflitos. A melhor forma é a adotada pelo STJ, mudou o sexo, muda-se o nome somente com a outorga judicial , contudo, fica assentado no livro de registro de nascimento do cartório, a mudança de sexo, o antigo nome/prenome, a opção e o atual nome adotado. Agora, a forma adotada pelos Canadenses, viola o direito natural, os direitos civis da criança.
Se você cria uma criança no meio dos lobos, ela vai acreditar que é lobo, se não houver uma indicação de quem ela é na verdade, ela vai acreditar e se tornar lobo por força de uma imposição externa, desejando que ela seja lobo, mesmo ela não sendo e não gostando da ideia, por ver que seus semelhantes não são lobos, vai causar conflito de personalidade na criança, caminho totalmente temerário. continuar lendo

Aprendendo um pouquinho. A terra é redonda mas já foi "quadrada".
Temos identidade biológica- genital externo feminino ou masculino- , temos identidade de gênero- neurológicamente feminino ou masculino-, temos identidade sexual- atração sexual de caráter neurohormonal. Assim todos estes comentários possuem apenas conteúdo moral, desprovidos de conteúdo científico, de pesquisas nos campos da neurociência e em estudos epidemiológicos.
Para os interessados uma fração pequenina de estudos no tema e sempre lembrando que a tolerância e o bem querer aos outros faz parte dos avanços da civilização.

No que diz respeito à epidemiologia, embora seja difícil avaliar o tamanho exato da população transgênera no Reino Unido, pesquisas populacionais sugerem uma prevalência entre 0,2 e 0,6% em adultos, com taxas de referências para clínicas de identidade de gênero no Reino Unido aumentando anualmente.
http://journals.sagepub.com/doi/10.1177/0141076817696054

A Classificação Internacional de Doenças, 10a
edição
(CID-10), elaborada pela Organização Mundial de Saúde
(OMS), inclui, na seção Transtornos de Identidade Sexual, o
transexualismo, o travestismo de duplo papel ou bivalente e
o transtorno de identidade sexual na infância. O transexualismo
é definido como desejo de viver e ser aceito como pessoa
do sexo oposto ao do nascimento, acompanhado pelo sentimento
de mal-estar em relação ao próprio sexo anatômico e
pela vontade de submeter-se à cirurgia genital, denominada
cirurgia de redesignação sexual, e ao tratamento hormonal, afim de tornar o corpo tão conforme quanto possível ao sexo
desejado. O travestismo de duplo papel ou bivalente caracteriza-se
pelo uso de vestimentas do sexo oposto durante parte
da existência, de modo a satisfazer a experiência temporária
de pertencer ao outro sexo, mas sem o intuito de mudança cirúrgica
do sexo de nascimento. Não há excitação sexual nessa
experiência. O transtorno de identidade sexual na infância
se caracteriza pelo sofrimento persistente e pelo repúdio ao
sexo de nascimento.1

O Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais, 5a
edição, da Associação Psiquiátrica Americana (APA), esclarece que indivíduo
transexual é quem não se identifica com o seu sexo de nascimento e que procura adequar, ou passou por uma adequação para o gênero
com o qual se identifica, o que, em vários, mas não em todos os casos, envolve transição somática por tratamento hormonal e cirurgia genital
(cirurgia de redesignação sexual). Por sua vez, a classificação diagnóstica disforia de gênero refere-se à incongruência entre o sexo de
nascimento e como ele é percebido e manifestado no comportamento do indivíduo, o que vem acompanhado por sofrimento. Embora nem
todos os indivíduos venham a sentir desconforto com o resultado de tal incongruência, muitos sentirão, se não estiverem disponíveis as
intervenções desejadas sobre o físico, por meio de hormônios e/ou cirurgias. Estudos demonstram associação entre transtornos ansiosos
e afetivos com a disforia de gênero em indivíduos transexuais adultos; assim como maior frequência de ideação e/ou tentativas de suicídio
ao longo da vida. Não há estudo epidemiológico sobre a prevalência da transexualidade que tenha sido conduzido no Brasil, entretanto
são estimados em torno de 1:100.000 a 1:2.900 em estudos europeus e asiáticos. Verificou-se, em um estudo de metanálise recentemente
publicado, que tem havido aumento da prevalência de indivíduos transexuais com disforia de gênero ao longo do tempo. A prevalência
global verificada neste estudo é de 4,6 em 100.000 mil pessoas.

http://docs.bvsalud.org/biblioref/2017/03/832448/rdt_v22n1_45-48.pdf continuar lendo

Só para confirmar. Ninguém nasce homem nem mulher, mesmo quando toda sociedade vota contra ideologia de gênero a ditadura gaynazista continua avançando, passando por cima da democracia, passando por cima da biologia, passando por cima da ciência? Tudo em nome do consumismo e das ideologias do genocídio humano, tudo em prol de um sistema que até aqui só tem gerado o crescente número de violência contra todos e suicídios??? Assim segue a "justiça" que alguém está bancando para ser assim, indo contra os direitos dos humanos, dos pais, das famílias etc.... continuar lendo

Que horror! A reivindicação é bizarra, uma vez que o que se tenta definir ao nascimento (nem sempre é possível) é o sexo biológico e não o gênero, ou, muito menos, a orientação sexual, Tudo isso só será possível saber mais tarde. Poderia até fazer algum sentido (simbólico) não definir o sexo na certidão de nascimento, mas no cartão de saúde é ridículo, uma vez que os padrões de desenvolvimento e crescimento das crianças diferem de um sexo para outro, há tabelas específicas para meninas e outras para meninos.
Agora, há comentários mais bizarros ainda que a reivindicação dessa mãe. O que tem o comunismo com isso? Como alguém vai verificar se a criança tem ou não próstata? Desde quando é a próstata, por si só, que define o sexo de alguém?
Que pântano! continuar lendo

Com tantos assuntos, fatos e causas tão importantes para essa "senhora" se preocupar e defender, além de olhar só para seu próprio umbigo e suas crenças, valha-nos Deus ! continuar lendo

A maioria da população? Maioria não é todas. Tudo bem então se a maioria resolver que o estado deve ser escravocrata né, Sr. Retrógrado? continuar lendo

Gostaria de dizer que desde que nasci, nunca fui humano, isso me foi imposto a força; agora que já estou grande, me descobri como um transformers. E como a lei me permite escolher um novo nome em acordo a minha nova identidade, a partir de hoje só me chamem de Optmus Prime. Obrigado!

Ironic mode on continuar lendo

Exatamente David Devasconcelos. continuar lendo

Bem lembrado, Daniel A. B.! O problema em relação ao marxismo cultural é que a esmagadora maioria da população nunca, sequer, ouviu falar. E aqueles que sabem o que é, e o apoiam nos meios acadêmico e político, fingem que não sabem, ou pior, fingem que ele não existe. Assim fica bem mais dificil, para nós, combate-lo...! continuar lendo

Cristina Maria Maia, a grande maioria dos dados que vocês postou apenas confirmam a minha assertiva. A população transsexual representa uma parcela verdadeiramente ínfima da população munidal. E apesar de todo o lobby da ONU e de entidades LGBT, o transexualismo ainda é tratado com um transtorno mental pelas mais sérias e conceituadas entidades psiquiatricas do mundo pelo simples fato de que não é normal, em que pese todo relativismo cultural pós-moderno amplamente aceito nos meios acadêmicos, uma pessoa rejeitar o seu próprio corpo - um corpo, na maioria das vezes saudavel - por não aceitar sua fisiologia sexual.

E outra, nem todas as teorias cientificas do passado foram confirmadas com o passar do tempo. Hoje nós sabemos que a "Teoria da Evolução das Espécies" de Darwin é a mais aceita pela comunidade cientifica. A teoria de Lamarck é estudada nas escolas apenas a título de curiosidade. Da mesma maneira a "Teoria da Geração Espontanea" é considerada totalmente superada, principalmente, depois da invenção do microscópio.

Sobre as pesquisas cientificas no campo da sexualidade e da identidade de gênero, posso afirmar com convicção que nossa ciência ainda está engatinhando nessa area. Precisaremos de muitas decadas até que se possa decidir, com base em conclusões cientificas válidas, sobre o que essa mãe transgênero está pleiteando na justiça.

Para concluir, assino embaixo da sua exortação ao respeito a toda diversidade. No entanto, eu me recuso a abrir mão de direitos, crenças e convicções apenas porque uma minoria discorda dela (e de quase tudo que a humanidade tem usado como referência nos últimos dez mil anos). E como a Constituição me garante esse direito, vou exerce-lo com toda a serenidade...! continuar lendo

Fiquei bastante preocupado com sua colocação, Ricardo Rezende. E se um médico, em uma cirurgia de emergência, depois de um grave acidente de trânsito, descobre um utero onde ele esperava encontrar uma prostata? Como ele deverá proceder? Isso representaria um risco maior para a vida desse paciente? Fiquei com muitas dúvidas...! continuar lendo

Sr. David Devasconcelos , o assunto abaixo é autoexplicativo.
CID 10
Este é um serviço de utilidade pública apenas para conferência, oferecido pelo iClinic.
A CID-10 foi conceituada para padronizar e catalogar as doenças e problemas relacionados à saúde, tendo como referência a Nomenclatura Internacional de Doenças, estabelecida pela Organização Mundial de Saúde.

Com base no compromisso assumido pelo Governo Brasileiro, a organização dos arquivos em meio magnético e sua implementação para disseminação eletrônica foi efetuada pelo DATASUS, possibilitando, assim, a implantação em todo o território nacional, nos registros de Morbidade Hospitalar e Ambulatorial, compatibilizando estes registros entre todos os sistemas que lidam com morbidade.

Fonte: DATASUS

Transtornos mentais e comportamentais (F00 - F99)
Transtornos mentais orgânicos, inclusive os sintomáticos (F00 - F09)
Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa (F10 - F19)
Esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes (F20 - F29)
Transtornos do humor [afetivos] (F30 - F39)
Transtornos neuróticos, transtornos relacionados com o "stress" e transtornos somatoformes (F40 - F48)
Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e a fatores físicos (F50 - F59)
Transtornos da personalidade e do comportamento do adulto (F60 - F69)
Retardo mental (F70 - F79)
Transtornos do desenvolvimento psicológico (F80 - F89)
Transtornos do comportamento e transtornos emocionais que aparecem habitualmente durante a infância ou a adolescência (F90 - F98)
Transtorno mental não especificado (F99 - F99) continuar lendo

@daviddevasconcelos @cristinamaia

1º a terra não é redonda, ela mais se parece como formato de uma batata.

2º xx é mulher e xy é homem e jamais será possível mudar isso com cirurgias ou drogas

3º acredito ao ver uma parada gay que uns 90% do público sobre de F0 a F 99. A maioria destes transformes visivelmente são pessoas desconectadas da realidade e sofrem com isso. continuar lendo

Só existem dois gêneros: homem e mulher
Genitália define gênero sim
vlw flws continuar lendo

Sexo: masculino ou feminino. Só existem dois.
Genero: Classificação biologica que identifica seres vivos semelhantes que são da mesma origem e é complementando a classificação da espécie (tipo), exemplo: Cão e Lobo - espécie=canis, genero=Lupus ou familiaris, ou seja: O lobo é: Canis lupus, o cão é: Canis familiaris; Canis=espécie, lupus/familiaris=genero.
Se o cão sente tesão por cães ao inves de cadelas, isso é comportamento, é o gosto particular dele, a busca pelo que lhe é agradável, e não gênero. Todo esse papo de ideologia de genero é uma besteira que querem enfiar na cabeça das pessoas que não questionam, não refletem, e não estudam, e tem por fim de criar polemica onde não existe. É o que se diz: procurar pelo em ovo. continuar lendo

Sim, Márcio Vicente. Fora isso é "anormal", e a culpa disso não é nossa. Seria do "Criador"? continuar lendo

Só uma correção Marco Antonio, no nome científico das espécies a primeira parte é o gênero que deve ser grafado em itálico e em letras maiúsculas, a segunda é o identificador da espécie que deve ser grafado em letras minúsculas e sonzinho não tem valor, logo o cão doméstico é o Canis familiaris e é do gênero Canis, assim como o lobo (Canis lupus) continuar lendo

Existem inclusive genitalias que nao são nem 100%pênis nem vaginas. Logo no nascimento os médicos se preocupam em corrigir isso para um dos dois predeterminados, sem nem saber como isso será construido pelo indivíduo. O que os canadenses querem evitar é situações como essas continuar lendo

Simples e direto... está certo.

Opção sexual tem diversos há quem gosta do mesmo sexo, sovaco, carro, alienígena, desenho.
Genero só dois: homem e mulher definido pela biologia como genitália, homônimo, gametas (espermatozoide e ovulo). continuar lendo

Exatamente, a natureza define com a genitália, ou nasce homem ou mulher e pronto! Se fosse para definir posteriormente então porquê nascem com genitálias diferentes? continuar lendo

Robson Filho, você tem certeza de que é com essa minuscula fração da população, os hermafroditas, que esse movimento LGBT canadense esta preocupado...? É apenas por causa deles que estão tentando abolir a identificação sexual de toda a população do Canadá, nos documentos oficiais? Por favor, nobre colega, não coloque essa na conta dos pobres hermafroditas...! continuar lendo

Gente, forçaram a amizade aí, né?

Gênero, em termos humanos, é um mito criado para definir papéis sociais de homem e mulher: é roupa, aparência, maquiagem, comportamento. É dar boneca pra menina e carrinho pra menino. É vestir menina de rosa e menino de azul. São estereótipos. Existem segmentos sociais que lutam contra essa caracterização padronizada, diferentemente do transativismo, que reforça os estereótipos de gênero. Procurem saber o que é teoria queer e o que ela vem causando na sociedade, reforçando papéis de gênero e rotulando feministas de transfóbicas. E, sim, nascemos com nosso sexo definido, ou, em situações mais raras, existe a ambiguidade sexual, os intersexos, tb conhecidos como hermafroditas. Biologicamente é assim. Portanto, sexo é biológico, gênero é construção social.

Quanto ao artigo em questão, mesmo que não se coloque na certidão de nascimento dessa criança o "gênero" (na verdade o sexo), o médico vai ver se tem pênis ou vagina, a babá ou a monitora da creche também, colegas de escola no vestiário, ou seja, não vai adiantar de nada. Isso é uma grande bobagem. continuar lendo

Somente existem duas opções - Masculino ou feminino - Que falta de consideração para com a criança.
Se ela no futura tiver outra opção por "sexo" é outra conversa. Faça o que quiser da vida, mas desde o nascimento, os pais ou mães, devem identifica-la com o gênero nascido.
Que vergonha da justiça permitir uma decisão dessa. continuar lendo

Prezado Elizeu, você sabia que existem pessoas que nascem com intersexo ? existe mais de 14 combinações cromossomicas, genero não é apenas o sexo fisiológico, genero é muito profundo, mas em relação a ficar sem genero definido eu acho isso muito confuso, como criar uma pessoa neutramente, criar fazendo coisas de homem e coisas de mulher ao mesmo tempo ? isto é intricico naturalmente, quem nasce não escolhe o nome, já escolhem pela pessoa, continuar lendo

O que são coisas de homem e coisas de mulher?
Que eu tenha observado, nos últimos 20 anos, homens e mulheres cozinham, homens e mulheres dirigem carros, ônibus e tratores, homens e mulheres cuidam de seus filhos, homens e mulheres lavam roupa e arrumam suas casas, homens e mulheres trabalham e fazem carreira, homens e mulheres estudam, homens e mulheres jogam futebol, homens e mulheres fazem trabalhos manuais, homens e mulheres podem ser policiais e soldados.
Por que criar as crianças como se nada disso fosse verdade? Como se houvesse coisas de homem e coisas de mulher... continuar lendo

Eliseu, concordo com você. continuar lendo

É simples assim! Não adianta usar casos muitos esporádicos para justificar uma coisa destas. Fala-se dos "possíveis traumas" caso a acriança identifique-se com outro gênero no futuro, mas não pensam nos problemas que esta criança possa vir a ter por não ter sido identificada no nascimento! continuar lendo

Ana Costa, você busca tomar a exceção pela regra, como a maioria da turma do politicamente correto costuma fazer. Meu pai era oficial da policia militar e por isso eu sei que para dez homens existem, mais ou menos, duas mulheres na carreira militar. Minha mãe é enfermeira, por isso eu sei quase oitenta por cento das colegas de profissão dela também são mulheres.

Há mulheres engenheiras? Há...! No entanto, a esmagadora maioria dos alunos em cursos de engenharia são de homens. Há parteiros homens? Deve existir, no entanto eu nunca vi nenhum...! Há mulheres motoristas de carreta? Sim, mas quase todos são homens...! E essas situações repetem-se em todo o mundo, nas mais diversas culturas e desde as mais remotas eras. E mesmo quando exercem a mesma atividade, o fazem de uma maneira bem peculiar.

Se você não vê um padrão nisso, é inutil continuar esse debate. Em tempo: assista esse documentário norueguês chamado o Paradoxo da Igualdade. Lá, mesmo depois de mais de uma decada de ensino de ideologia de genero nas escolas, a maioria das meninas continuou sendo cabelereira, costureira ou secretaria e a maioria dos homens continuou sendo vigilante, pescador, ou programador de software.

https://www.youtube.com/watch?v=G0J9KZVB9FM continuar lendo

O Canadá é um país bastante aberto em relação às questões homossexuais.
(Não por acaso cerca de 1/3 da população se diz não religiosa).

Mesmo assim, tenho a impressão que a intensão é fazer ativismo (gerar essa polêmica) e não o interesse direto da criança. Até porque, não fará diferença o que o papel diz, de qualquer forma.

Entretanto, existem questões práticas para além do exemplo do censo, dado na matéria.
Num atendimento médico, por exemplo, é necessário que os profissionais saibam qual o sexo do paciente, porque isso pode influir diretamente no tipo de droga usada, volume, etc. Se, de alguma forma, os médicos se prepararem para tratar um homem (através do que indica o documento civil), mas se depararem com uma mulher, podem ocorrer problemas. continuar lendo

Bom seria se todos passassem pelo médico algum tempo depois de nascidos e, ato contínuo, medicados, assim extinguir-se-ia o que era para ser e não é ... continuar lendo

A questão não é "homossexual", é disforia de gênero sendo imposta como norma. O que antes era uma percepção personalíssima (pertencer a um sexo ou outro), agora é uma norma que incide sobre terceiros. continuar lendo